Jovem de 25 anos desaparecida há 2 dias é encontrada sem vida amarrada com ferro na… Ver mais

Na tarde de sexta-feira (28), a jovem Zarhará Hussein Tormos, de 25 anos, foi encontrada sem vida dentro de seu carro em Foz do Iguaçu, no Paraná. Seu corpo foi localizado dois dias após sua família registrar um Boletim de Ocorrência (B.O.) relatando seu desaparecimento.
O veículo estava estacionado perto da Rodovia das Cataratas, caminho que leva ao Parque Nacional do Iguaçu. Quando a Polícia Militar chegou ao local, encontrou Zarhará no banco traseiro, com as mãos e os pés amarrados, sugerindo um crime brutal.
Últimos momentos da vítima
O desaparecimento da jovem aconteceu na quarta-feira (26). Segundo familiares, ela morava sozinha e cursava biomedicina em uma faculdade particular. Sua ausência inesperada preocupou amigos e parentes, que rapidamente acionaram as autoridades.
Ex-namorado é o principal suspeito
As investigações logo apontaram um suspeito principal: seu ex-namorado. A família revelou que Zarhará havia terminado o relacionamento recentemente e possuía uma medida protetiva contra ele, um indício claro de um histórico de ameaças e violência. Esse detalhe reforça a hipótese de feminicídio.
Perícia e investigações
Com a descoberta do corpo, os policiais isolaram a área para preservar a cena do crime. A Polícia Científica foi acionada para realizar a perícia e coletar provas que ajudem a entender os detalhes do assassinato. O laudo pericial será essencial para confirmar a causa da morte e os momentos finais da vítima.
O caso segue sob investigação da Polícia Civil, que busca esclarecer se houve a participação de outras pessoas ou se o crime foi cometido apenas pelo ex-namorado. Com um forte indício de feminicídio, os agentes trabalham para reunir provas que levem à responsabilização do culpado.
Comoção e pedido de justiça
A morte de Zarhará causou grande comoção. Colegas da faculdade e amigos se manifestaram nas redes sociais, expressando dor e revolta. Muitos cobraram justiça e reforçaram a urgência de medidas mais eficazes para proteger mulheres em situação de risco. O caso reacendeu debates sobre a efetividade das medidas protetivas e a necessidade de uma resposta mais rápida das autoridades diante de ameaças.
A urgência no combate ao feminicídio
Infelizmente, feminicídios continuam a assombrar o Brasil, mesmo quando há sinais claros de perigo. Histórias como a de Zarhará reforçam a necessidade de um sistema de proteção mais eficiente e imediato para mulheres que vivem sob ameaça.
A Polícia Civil segue investigando e promete buscar justiça para Zarhará. A esperança agora é que sua história sirva de alerta e que medidas concretas sejam tomadas para evitar que casos como esse se repitam.